21.11.06

Minha pele vermelha

Ainda exalo a cor daquilo que me percorre.
Batizo de lágrimas também esse suco ferroso, essa lava deixando meu peito vulcânico e acinzentando a minha pele.

Hora dessas vou morrer a vida, e pronto.

2 comentários:

Cronópios Editora disse...

Já vi que você usou pouco Sundown no Guarujá...
(essa é pra matar - na porretada - toda a poesia da tua escrita... Sou ou não sou uma vaca?)

Su disse...

Pois só você mesma pra descobrir o motivo da minha inspiração. Muuuuuuuuuu!